5 Sinais de Depressão que não Devemos Ignorar

Perda de energia, falta de vontade para realizar atividades que davam prazer e cansaço constante podem indicar depressão. Além disso, pode ocorrer perda de peso sem razão aparente e dificuldade em dormir, porque ocorre diminuição da serotonina, que é o hormônio do prazer e do bem-estar.

Geralmente, os sinais de depressão estão presentes por mais de 2 semanas, sendo necessário ir no psicólogo para diagnosticar a doença e iniciar o tratamento, que normalmente inclui o uso de antidepressivos, ansiolíticos e sessões de psicoterapia.

Assim, alguns dos sinais mais comuns que podem indicar uma depressão incluem:

Sinais de Depressão:

1. Perda de energia e cansaço constante:

A perda de energia e o desinteresse por atividades que antes eram interessantes e que davam prazer, como ir no cinema, sair para jantar ou passear na praia, podem indicar depressão. Além disso, a falta de motivação para cozinhar, trabalhar ou conviver com os amigos também estão presentes devido ao cansaço constante.

2. Sensação de tristeza profunda:

A presença de tristeza profunda geralmente manifesta-se através de um rosto triste, olhos caídos, sem brilho e tronco curvado. É ainda frequente que a pessoa tenha crises de choro ou choro muito facilmente, prevalecendo a sensação de pessimismo, sentimentos de culpa e baixa autoestima.

É ainda comum apresentar um sentimento de inutilidade e, por isso, pessoas que estão entrando em depressão apresentam a vontade de isolar-se dos amigos e da família, antes de pensar em soluções mais severas como o suicídio.

3. Irritabilidade fácil ou lentidão:

Devido à tristeza profunda é comum manifestar irritabilidade, ataques de raiva e ansiedade, causando sintomas como tremores, vontade incontrolável de gritar e até suores em excesso.

No entanto, em alguns momentos, devido ao cansaço frequente e tristeza, a pessoa pode parecer mais lentificada, o que acaba até afetando o pensamento e a forma como fala.

Além disso, pode surgir dificuldade de concentração e perdas de memória, com momentos de enorme desconcentração que afeta o trabalho e a escola.

4. Dores e alterações no corpo:

A depressão pode também causar dor de cabeça constante, devido às noites mal dormidas e às alterações do humor, podendo ainda ocorrer sensação de aperto no peito e peso nas pernas.

Também é frequente queda de cabelo, unhas fracas, pernas inchadas e dor nas costas e estômago, além de vômitos e tremores, que muitas vezes são conhecidos como sintomas psicossomáticos.

5. Problemas de sono e alterações de peso:

É normal apresentar insônia, principalmente do tipo em que a pessoa acorda de madrugada e não consegue voltar a adormecer, acordando com muito cansaço e mal-estar.

Além disso, outro sintoma físico de depressão é a perda de mais de 5% do peso corporal sem razão aparente. Em alguns casos, pode ocorrer aumento de peso, manifestando especial desejo para comer doces.

Como confirmar o diagnóstico de depressão:

Para confirmar um quadro de depressão é necessário ter pelo menos 5 sintomas, dos 9 que indicamos a seguir, devendo também estar presentes por, pelo menos,2 semanas seguidas:

  • Humor deprimido, que pode se manifestar por: tristeza, sentir-se vazio, sem esperança, choro fácil. Nas crianças a irritabilidade pode indicar depressão;
  • Perda do prazer nas atividades que antes apreciava muito;
  • Emagrecimento ou aumento do peso, perdendo pelo menos 5% do peso em apenas 1 mês, sem estar de dieta. Aumento ou diminuição do apetite na maior parte dos dias;
  • Ter dificuldade para dormir, apresentando insônia ou ter excesso de sono, e dormir muitas horas, mesmo durante o dia;
  • Pode sentir-se agitado ou, pelo contrário, com lentificação dos movimentos;
  • Sentir-se sempre cansado e com falta de energia;
  • Sentir-se inútil ou sempre culpado de tudo, de forma inapropriada;
  • Dificuldade de concentração e de tomar decisões;
  • Ter pensamentos de morte, como ter medo de morrer ou pensar em suicídio, ou mesmo tentativa de suicídio anterior.

Embora possam existir suspeitas de depressão, o diagnóstico só pode feito por um profissional, como o psicólogo ou psiquiatra, que precisa conversar com o doente e com a família. O médico também deve indicar a gravidade da depressão, como sendo leve, moderada ou grave, para adequar o tratamento.

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